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Boer   Versão para Impressão  Enviar por e-mail 
13 11 2004

                                                             Fonte: A Cabra & Ovelha no Brasil.

Origem

Holmes Pegles (1910) conta que os colonizadores da África do Sul obtiveram em 1961, sua primeira cabra nativa, que recebia o nome da raça Hotentote. Era pequena e chuviscada, provavelmente originada do grupo das Nubianas. Somente seria conhecida como cabra Boer no começo do século XX para distingui-la da raça Angorá.

No Brasil

Em 1995, Sieb Greidanus e Mário Abreu trouxeram animais da raça Boer. Sieb trouxe animais da Holanda e Mário Abreu trouxe do Canadá.

Em 1996, uma introdução aconteceu por conta da Emeba (PB), sob orientação de Paulo Roberto de Miranda Leite, num total de 9 machos e 65 fêmeas. Ficou acertado que a equipe da RAMSEM participaria dos dos trabalhos de transferência, no Brasil, na fase inicial para treinar os técnicos da Emeba. Instalações rústicas foram adaptadas para receber receptoras e suas criar de alto valor genético, em Pendência (PB).

Em 1999, a Emepa trouxe 12 machos e 73 fêmeas, também dos Estados Unidos.

A Embriocon, de Pernanbuco, trouxe embriões da Alemanha, vendendo parte para Alexandre Gomes de Menezes Neto, da Fazenda Dom Bosco e para José Procópio de Barros.

Recentemente, continuam sendo introduzidos animais Boer no Brasil, inicialmente através de sêmen importado da Alemanha, depois por transferência de embriões importados da França, e mais recentemente, por animais importados do Canadá, Estados Unidos e África do Sul. A maratona continua com vários importadores trazendo material genético para os brasileiros. O Boer vai provocar uma revolução na caprinocultura de corte, de fato.

O Boer não é raça para ser criada em regime de pureza no semi-árido. Ela deve ser utilizada como sabedoria nos cruzamentos.

Rapidamente, o Boer estará ganhando notável impulso no Sudeste, Centro Oeste e regiões litorâneas onde o clima é mais propício para essa raça magnífica e onde há grande população consumidora de carne caprina. O Boer significa multiplicar a produção de carne na mesma área, com maior velocidade.

Problemas

A raça Boer admite a politetia, ou seja, a presença de tetas múltiplas - im fenômeno sempre condenado em todas as demais raças. Sem dúvida, os criadores já estãosegregando linhagens com as tetas normais e, no futuro, a raça também apresentará apenas animais com duas tetas.

Outro problema é que o Boer, devido à sua notável corpulência e velocidade de ganho-de-peso pode ser utilizado precipitadamente sobre outras raças puras, como a Anglo-Nubiana, a Mambrina, a Bhuj, etc. destruindo esses patrimônios genéticos. O correto é apenas utilizar o Boer para o produção de carne sobre cabras comuns, sem raça definida, ou então preparadas para essa finalidade.

Situação

O rebanho estimado em mestiçagem é de 60.000 cabeças. Calcula-se que existam cerca de 6.000 cabeças classificáveis como "puras de origem" (PO), as quais são aptas para receberem Certificados de Fundação. Depois de reunidos 15.000 animais com Certicado de Fundação, poderá ser homologado um livro de Registro Genealógico, com alguns dados de desempenho funcional. A situação do rebanho é de expansão.


Padrão da raça Boer

Aspecto Geral - Animal vigoroso, de possante caixa torácica, perfil romano, orelhas pendulosas, chifres para trás.

Aptidões - Carne.

Cabeça - Grande. Nariz Romano. Olhos grandes. Cifres escuros, nascendo distanciados, crescendo numa curva moderada para baixo. Orelhas medianas, largas, pendulosas.

Pescoço - Forte e apenas um pouco menos forte nas fêmeas.

Corpo - Poderoso, costelas arqueadas, comprido, bem coberto de músculos. Linha ventral horizontal.

Membros - Fortes. De ossos pujantes. Aparência de curtos em comparação ao corpo. Cascos escuros.

Úbere - Bem conformado. Duas ou mais tetas.

Pele - Macia, solta. Pigmentação nos olhais e partes sem pêlos. Coloração escura. Mucosas rosadas.

Pelagem - Pêlos macios e untuosos, curto a médio, sem lanugem. Corpo branco, como listra no meio da cara, saindo da marrafa e chagando aos lábios. O resto da cabeça e do pescoço é vermelho, variando do claro ao escuro. São admitidas manchasde menos de cinco cm de diâmetro nas pernas, abaixp da linha do ventre. As orelhas são um pouco mais claras que os pêlos do pescoso. A cauda pode ser vermelha, mas a coloração não pode se estender além de 2,5 cm da inserção.

Defeitos específicos - Menos que 10 cm de vermelho em ambos os lados da cara. Menos de 75% das orelhas coloridas. Excesso de vermelho estendendo-se até a paleta ou abaixo da linha do peito, no Boer tradicional.

Altura média - Fêmeas: 65-80 cm. Machos: 70-90 cm.

Peso médio - Fêmeas: 50-70 Kg. Machos: 80-100 Kg.


Fonte: A Cabra & a Ovelha no Brasil - Rinaldo dos Santos.


 
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