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Conhecendo a Inseminação Artificial   Versão para Impressão  Enviar por e-mail 
27 06 2006
A pecuária em diversas propriedades rurais deixou a tradição de lado e passou a ser encarada como um ramo empresarial, objetivando a exploração máxima do potencial produtivo do rebanho e possibilitando maior lucratividade.

Este deve ser o ponto de vista de qualquer produtor, tenha ele grandes ou pequenas propriedades, pois se levarmos em conta os custos de mão de obra, vermifugações, vacinações, além da depreciação da terra devido ao pisoteio dos animais, observamos que qualquer falha no manejo da propriedade pode trazer grandes prejuízos ao criador.

Muitas são as formas de potencializar a produtividade de um rebanho , e esta nada mais é do que a junção perfeita entre o manejo adequado, nutrição balanceada e a otimização da reprodução animal através do uso de biotecnologias. No passado, várias biotécnicas de multiplicação animal foram desenvolvidas, estando algumas em rotina, outras em uso experimental. Entre estas podem ser citadas a transferência de embriões, a fertilização "in vitro", a transgênese e a clonagem. Contudo a utilização de algumas dessas tecnologias, dado o elevado custo e a exigência tecnológica, fica limitada àqueles produtores de animais com genética tida como superior.

A Inseminação Artificial (IA) surge desta forma, como uma ferramenta barata de auxílio ao produtor que busca atender a um mercado cada vez mais exigente em genética, tanto na pecuária de corte quanto na de leite.

O primeiro registro científicodo uso de IA data do ano de 1779, quando o monge italiano de nome Lázaro Spallanzani demonstrou, pela primeira vez, ser possível a fecundação de uma fêmea sem o contato com o macho. Para tanto, ele colheu sêmen de um cachorro através da excitação mecânica e aplicou em uma cadela no cio, a qual veio a parir três filhotes 62 dias mais tarde. Da experiência de Lázaro até os dias de hoje, a técnica foi aprimorada e adequada a diversas espécies animais como, por exemplo, bovinos, ovinos, caprinos e bubalinos e o conceito continua o mesmo: basicamente consiste na deposição do sêmen no trato genital (útero) da fêmea com a utilização de equipamentos próprios para esse procedimento.

Dentre as vantagens da IA em relação a monta natural podemos citar o controle de doenças transmissíveis pela monta (Trichomonose, Vibriose, CAE, Brucelose, etc.), controle reprodutivo mais eficiente do rebanho e melhor escrituração zootécnica que nada mais é que o registro das ocorrências acontecidas no rebanho como, por exemplo, o controle de ciclicidade em fêmeas que repetem o cio freqüentemente, números de inseminações  por prenhez, etc; maior aproveitamento de reprodutores de alta qualidade (no caso dos bovinos um único reprodutor pode produzir sêmen para servir até 20.000 vacas, por ano). No entanto a principal vantagem está no melhoramento genético que a técnica proporciona ao rebanho através do uso de reprodutores comprovadamente superiores (melhoradores) para produção de leite ou carne e como conseqüência, maior produção e melhor qualidade dos produtos, possibilitando ao produtor ter animais filhos de reprodutores com alto valor zootécnico a um custo acessível; e, por último, mas não menos importante, há a possibilidade de redução dos problemas de partos em fêmeas primíparas através do uso de reprodutores com características genéticas para produtos com menor peso ao nascer, minimizando as possibilidades de partos distócitos

Mas essa biotécnica (I.A) ainda esbarra na falta de mão de obra especializada (inseminadores), na observação inadequada do estro (cios) e nos custos de implantação, que a pesar de serem pequenos sempre representam um custo a mais na produção.

A inseminação, como já mencionado deve ser vista como ferramenta para as propriedades de cria e recria com histórico de baixa eficiência reprodutiva haja vista que no caso dos bovinos proporciona índices de prenhez por volta de 70%, podendo ser maior ou menor conforme a qualidade do manejo, número e duração das observações diárias de estro. É indicada também mesmo para aqueles rebanhos cujos índices de fertilidade são bons, pois geram produtos de melhor qualidade genética e conseqüentemente com um valor diferenciado de mercado.

Cabe ao produtor avaliar o custo/benefício da implantação de um programa de inseminação artificial, pois cada caso deve ser sempre avaliado separadamente. Consulte sempre um Médico Veterinário capacitado.

Edmilson Daniel Stella
CRMV/SP - 16827
Mestre em Reprodução Animal  pela FMVZ – UNESP- Botucatu

Bibliografia

CORRÊA, A. B.; SANTOS, L.G.; RUAS, R.R. Manual Alta Brasil de Inseminação Artificial. Disponível em
http://www.altagenetics.com.br/manual/images/Manual%20de%20IA.pdf acesso em 07/02/2006

BARBOSA, R.T. Criação de Bovinos de Corte na Região Sudeste – Reprodução. Embrapa Pecuária Sudeste, Sistemas de Produção, 2. Versão Eletrônica, Jul/2003. Disponível em http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/BovinoCorte/
BovinoCorteRegiaoSudeste/reproducao.htm
acesso em 07/02/2006.


Fonte: Site Neogen genética.


 
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