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Febre Aftosa Não Afeta o Ser Humano   Versão para Impressão  Enviar por e-mail 
19 10 2005
O Brasil acaba de ser surpreendido pela confirmação de um foco de febre aftosa em Eldorado, no Mato Grosso do Sul, o que trará, sem dúvida, efeitos negativos para a cadeia produtiva da carne bovina.

Porém, é preciso esclarecer que febre aftosa não afeta diretamente a saúde humana. A afirmação é de Edviges Maristela Pituco, médica veterinária do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Sanidade Animal do Instituto Biológico de São Paulo e membro do Comitê Técnico do SIC (Serviço de Informação da Carne).

Segundo a especialista, a febre aftosa é considerada uma zoonose e afeta raramente os seres humanos. “A infecção em humanos só ocorre se houver exposição massiva ou causas predisponentes que alterem a suscetibilidade do indivíduo. A transmissão pode ocorrer por contato com animais enfermos ou material infeccioso, por meio de lesões mínimas, como arranhões, quando o vírus penetra no organismo, ou pela ingestão de leite não pasteurizado. A contaminação humana devido à ingestão de carnes ou produtos lácteos não foi comprovada”, explica Maristela Pituco.

De acordo com dados do Instituto Biológico, a febre aftosa afeta a população apenas no aspecto econômico, pois deve provocar barreiras à exportação de carne bovina brasileira, e afeta negativamente produtores, empresários e famílias rurais por seus efeitos desfavoráveis sobre produção, produtividade e rentabilidade da pecuária. “A febre aftosa incide negativamente nas atividades comerciais do setor agropecuário, prejudicando o consumidor e a sociedade em geral pela interferência que exerce na disponibilidade e distribuição dos alimentos de origem animal, assim como pelas barreiras sanitárias impostas pelo mercado internacional de animais, produtos e subprodutos. E mais: onera os custos públicos e privados, pelos investimentos necessários para sua prevenção, controle e erradicação”, afirma Maristela Pituco.

A erradicação da febre aftosa deve ser encarada com o maior empenho por toda a cadeia produtiva: do governo aos produtores. “A erradicação abre perspectivas para maior rentabilidade das empresas e famílias rurais, cria oportunidade para o crescimento da produção animal com melhores fluxos de distribuição, acesso e disponibilidade de produtos pecuários, imprescindíveis à segurança alimentar e nutrição das populações humanas, em especial as carentes. Atende ainda o mercado internacional, que privilegia e valoriza a qualidade e a segurança sanitária dos produtos de origem animal. É preciso reforçar a lição de casa e evitar que casos como esse no Mato Grosso do Sul e outros no Pará e Amazonas, ocorridos no ano passado, não se repitam mais no Brasil”, ressalta Leandro Bovo, gerente-administrativo do Serviço de Informação da Carne.



Fonte: Serviço de Informação da Carne e extraida do Site Asccoper.


 
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