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Confinamento apressa abate   Versão para Impressão  Enviar por e-mail 
20 05 2005
Em algumas regiões brasileiras a demanda por carne ovina é maior que a oferta, sobretudo nos períodos de estiagem. No Nordeste, por exemplo, essa é uma situação que se repete todos os anos.

A Embrapa Caprinos, instalada no Ceará, porém, acredita que o perfil da ovinocultura tende a mudar nos próximos anos com a prática do processo tecnológico de terminação de borregos em confinamento.

Desenvolvida ao longo de três anos, a tecnologia é considerada simples e de fácil adoção em qualquer parte do país, podendo ser necessárias apenas algumas adaptações à realidade de cada local. De acordo com o pesquisador da Embrapa Caprinos, Aurino Alves Simplício, no Nordeste, os ovinos criados no sistema tradicional são comercializados para abate quando têm em média 12 meses e em torno de 22 quilos.

A terminação em confinamento, além de possibilitar a oferta de borregos em períodos secos, reduz a idade de abate dos animais para quatro a seis meses e aumenta o peso final para 26 quilos a 30 quilos. Com isso, o retorno do capital investido é mais rápido, há produção de carne macia e saborosa o ano todo e evita-se a ociosidade, em uma época do ano, das agroindústrias da carne e da pele de ovinos instaladas na região.

Tecnologia

De acordo com Simplício, os animais destinados ao confinamento devem ter em média 77 dias e pesar, no mínimo, 15 quilos. Em períodos muito críticos, para que o ovino alcance esse peso, pode ser necessário oferecer suplementação de volumoso de boa qualidade. Para tanto, é preciso separar a cria da mãe a partir da terceira semana de vida. Mesmo com o volumoso, o filhote continua sendo amamentado duas vezes ao dia, 30 minutos pela manhã e 30 minutos à tarde.

As instalações para os borregos podem ser simples, precisando apenas de uma parte sombreada e de comedouros, bebedouros e saleiros que devem ficar, de preferência, na parte externa do confinamento, para facilitar a higiene e o reabastecimento.

O volumoso, servido à vontade, pode ser feno de leguminosa, capim Elefante picado, silagem de sorgo ou de milho, entre outros. O concentrado - com 18% a 20% de proteína - deve corresponder a 2% ou 3% do peso vivo do animal por dia. Na preparação pode ser usado farelo de soja, cama de frango, torta de algodão, milho triturado, dependendo do que existe disponível em cada região.

O período médio de confinamento é de 63 dias e o resultado final está relacionado ao manejo adotado e também ao tipo de animal confinado. Aurino explica que os borregos da raça Santa Inês e seus mestiços costumam apresentar melhor desempenho. Já os ovinos da raça Somalis e seus mestiços têm maior tendência de acumular gordura e, dependendo das exigências do mercado, o tempo médio de confinamento pode ser reduzido para 42 dias.


Fonte: Revista O Berro Edição 76 de Abril/2005.



 
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