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Desmame e Desaleitamento   Versão para Impressão  Enviar por e-mail 
22 03 2005
A nutrição adequada das crias é fator primordial para a formação de um rebanho economicamente produtivo, favorecendo com que os animais atinjam o mais rápido possível, o peso mínimo satisfatório para serem submetidos à primeira estação de monta, influenciando diretamente a idade ao primeiro parto e o início da vida produtiva.

O acesso a um adequado aporte nutricional através do leite e, também, de alimentos sólidos, concentrado e volumoso, a partir do início da segunda semana de idade, propicia ao animal expressar o seu real potencial genético, favorecendo o desenvolvimento dos compartimentos gástricos (estômagos), fazendo com que o animal torne-se ruminante o mais precoce possível, ao mesmo tempo, que favorece se proceder o desmame ou o desaleitamento a uma idade precoce.

Prolongar o período de aleitamento artificial não é uma conduta técnica recomendável, pois o custo do leite contribui para encarecer muito a fase do aleitamento. Por outro lado, as crias caprinas têm condições satisfatórias de sobrevida, independente de leite, já a partir dos 56 dias de idade, como demonstrado por Ferreira (1999). Sugere-se o desaleitamento das crias caprinas aos 63 dias de idade.

Numa exploração caprina leiteira, geralmente, é prática comun o desmame da cria com 48 horas de idade e excepcionalmente, com 72 horas. Esta conduto permite que a cria consuma o colostro e aceite, em quase 100% das vezes, o aleitamento artificial. A razão do desmame em uma idade tão precoce deve-se à necessidade de se disponibilizar o leite para ser comercializado em forma in natura ou de derivados.

O desmame imediamente após o nascimento, mesmo antes da primeira mamada, deve ser feito quando se implementa programa de controle de doença transmissível, principalmente, através de colostro e do leite, como a CAEV, por exemplo. Sendo, por conseguinte, obrigatório o uso de colostro, preferencialmente artificial, constituído por: leite de vaca pasteurizado - 70% e soro sangüíneo de ovino - 30%.

Ensacar ou engarrafar em porções de 250 ml a 500 ml ou de acordo com a necessidade de uso, e congelar até sua utilização. O congelamento deve ser feito em banho-maria à temperatura de 37ºC a 38ºC. A quantidade administrada por cria e por mamada deve ser da ordem de 5% a 7% do peso vivo da cria, durante, pelo menos, quatro vezes ao dia.

O colostro de vaca e da própria cabra soro-negativa, desde que pasteurizados, podem ser usados.


Fonte: Revista O Berro nº 74.


 
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