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Indução do Parto   Versão para Impressão  Enviar por e-mail 
22 03 2005
O conhecimento da fisiologia e do parto propicia os meios terapêuticos de desencadeá-lo artificialmente.

A indução do parto pode se justificar quando pretende-se:

  • abreviar a duração efetiva do período de prenhez;
  • colocar fima a uma prenhez prolongada que, na maioria das vezes, é acompanhada de transtornos patológicos, tais como: hidrópsia das membranas fetais, paraplegia ante-parto, etc.;
  • agrupar os partos;
  • implementar um programa de controle de doenças, a exemplos: artrite encefalite caprina a vírus (CAEV) e micoplasmose.

A cabra é dependente de progesterona de origem do corpo lúteo (CL) para manutenção da prenhez durante todo o período e o CL é sensível à ação luteolítica da prostaglandina F2 e de seu análogo sintético, o cloprostenol.

Essas substâncias causam aborto ou induzem o parto, dependendo da época da prenhez em que são aplicadas. Quando o parto é induzido como parte de um programa de controle de doença, é aconselhável a separação da cria imediatamente após o nascimento.

Para minimizar a possibilidade de contaminação vertical via colostro, duas práticas de manejo podem ser utilizadas: o uso de sutiã na fêmea que está prestes a parir e/ou a indução do parto. O sutiã evita que as crias, que possam vir a nascer à noite ou a qualquer hora do dia em que não seja possível o acompanhamento do nascimento, mamem o colostro. Por outro lado, com a indução do parto, programa-se a hora do parto para horários em que o nascimento possa ser acompanhado, evitando que os recém-nascidos venham mamar o colostro.

A indução pode ser feita pela aplicação intramuscular de cloprostenol, no músculo da coxa ou na muscultura vulvar, na dose de 50g a 75g, entre 142 e 146 dias de prenhez. Normalmente, os partos ocorrem 30 a 40 horas após a aplicação do cloprostenol e a expulsão dos envoltórios fetais dá-se no período considerado fisiológico (normal) para a espécie (Santos et al., 1992; Salles et al., 1998).

A indução do parto antes deste período pode favorecer a morte das crias por não estarem aptas a sobreviver no meio externo, principalmente devido à sua reduzida capacidade respiratória.


Fonte: Revista O Berro nº 74.


 
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